O sistema roda. Ninguém sabe como.
Site ou sistema no ar, mas sem contato com quem fez. Sem documentação, com tecnologia defasada, senha que ninguém acha e ninguém que saiba mexer.
Como o resgate anda
Auditoria
Levantar o que existe hoje: código, banco, integrações e o que já quebrou.
Documentação
Registrar o que foi encontrado — inclusive as regras que só viviam no código.
Plano de ação
Corrigir, migrar ou reconstruir, com custo e prazo de cada caminho.
Execução
Tocar o caminho escolhido. Mesmo que a escolha seja não me contratar para ele.
É serviço que exige repertório, não entusiasmo — doze anos de estrada são a credencial direta aqui.
O que costumam perguntar
Não tenho acesso a nada: nem servidor, nem código, nem senha.
É o cenário mais comum. Parte da auditoria é justamente recuperar acesso — registro de domínio, hospedagem, banco e repositório — a partir do que a empresa tem em nome dela. É trabalho de investigação antes de ser trabalho de código.
A auditoria me obriga a contratar a execução?
Não. O plano de ação é entregue com custo e prazo de cada caminho, e ele é seu — inclusive para levar a outro fornecedor. Prender cliente por falta de informação é exatamente o problema que ele veio resolver aqui.
Vale a pena consertar ou é melhor refazer?
Depende do que a auditoria encontrar, e a resposta honesta às vezes é refazer. O que a auditoria entrega é a conta dos dois caminhos, com o que cada um custa e o que cada um arrisca, para a decisão ser sua e com dado na mão.
Calango Lab